terça-feira, 14 de maio de 2019


Orelha da capa do livro, A Magia dos Reencontros por Jaime D’Aquino.

Por que a grande número de seres humanos parece, em certos momentos de suas existências, viverem em um mundo estranho, muito diferente daquele que desejariam para se sentirem em paz, para conviver em harmonia com todos das suas esferas de relacionamentos? Por que tantas diversidades entre as pessoas ou grupos, nas suas peculiares maneiras de ser e ver a vida?
Estas representam apenas umas das inúmeras questões que, de alguma forma, atormentam multidões de indivíduos, já que as cadências dos passos dados nesta difícil estrada são desencontradas uns dos outros.
Será que se todos, sem exceção, tivessem afinidades próximas, análogas particularidades, pontos de vista não exatamente idênticos, mas que convergissem para vizinhas direções, não os faria parte de uma ditosa comunidade de um mundo próximo do ideal?
Este é um dos mais relevantes temas abordados na nossa obra, A Magia dos Reencontros.
Se admitirmos as pluralidades das existências, compreenderemos a imensa utilidade dessas desigualdades, pois os obstáculos por ela criados nos levam a crer, por meio de meticulosas observações, que devem existir razões para que tudo seja como é.
Nas dificuldades aprendemos a ser forte, nas tristezas a valorizar as alegrias, no ódio, a cultivar o amor, a fraternidade.
Estes esmeros morais ou espirituais, contudo, não devem acontecer de forma súbita, antes, porém, forjado nos sofrimentos, nas penosas situações de todas as sortes. Assim, paulatinamente, através de longas eras, nos preparamos para viver em um ambiente de paz, de bem-aventurança. Por enquanto este é um mundo de tormentos, de expiações e, feliz daquele que o consegue vencer.

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